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terça-feira, 17 de maio de 2011

Corpo nos ensina o amadurecimento do amor, afirma Papa!!!

Audiência com participantes de seminário sobre a “Familiaris consortio”

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 17 de maio de 2011 (ZENIT.org) - O corpo humano é um lugar de "luz, vida, esplendor", no qual o espírito "se manifesta e age", mostrando "a verdadeira fascinação da sexualidade", que nasce da grandeza dos horizontes abertos pelo amor de Deus.

Esta foi a reflexão de Bento XVI ao receber em audiência os participantes do seminário promovido pelo Instituto Pontifício João Paulo II para estudos sobre o matrimônio e a família, centrando-se no documento Familiaris consortio, que o Papa polonês publicou depois do Sínodo dos Bispos de 1980.

Em seu discurso, Bento XVI começou pela representação de Michelangelo do Juízo Final, conservada na Capela Sistina, com o fim de propor uma visão que "conjugue a teologia do corpo com a do amor, para encontrar a unidade do caminho do homem".

Nos nus pintados por Michelangelo, disse o Papa, o grande artista queria mostrar que "nossos corpos escondem um mistério" e que, no plano de Deus, não há, portanto, uma oposição entre espírito e corpo. E, de fato, na perspectiva original, "os corpos de Adão e Eva aparecem, antes da Queda, em perfeita harmonia", para mostrar "a bondade do corpo, o testemunho bom da sua origem".

Eis aqui, explicou o Papa, que "a verdadeira fascinação da sexualidade nasce da grandeza desse horizonte que se abre: a beleza integral, o universo da outra pessoa e do 'nós' que nasce da união, a promessa de comunhão que lá se esconde, a fecundidade nova, o caminho que o amor abre a Deus, fonte de amor".

"O corpo - explicou o Santo Padre - contém também uma linguagem negativa: fala-nos da opressão do outro, do desejo de possuir e desfrutar. No entanto, sabemos que esta linguagem não pertence ao plano original de Deus, mas é fruto do pecado."

"Quando se separa do seu sentido filial, da sua conexão com o Criador, o corpo se rebela contra o homem, perde sua capacidade de fazer brilhar a comunhão e se converte em terreno do qual o outro se apropria."

"Não será este, talvez o drama da sexualidade, que hoje permanece fechado no círculo estreito do próprio corpo e na emotividade, mas que na verdade pode se realizar somente no convite a algo maior?", perguntou.

Mas Deus oferece ao homem "um caminho de redenção do corpo, cuja linguagem vem preservada na família", que se torna "o lugar no qual a teologia do corpo e a teologia do amor se unem". Aqui se aprende a bondade do corpo, "na experiência do amor que recebemos dos nossos pais. Aqui se vive o dom de si em uma só carne, na caridade conjugal que une os esposos. Aqui se experimenta a fecundidade do amor e a vida se entrelaça à de outras gerações".

De fato, continuou, "é na família que o homem descobre sua relação, não como indivíduo autônomo que se autorrealiza, ,mas como filho, esposo, pai, cuja identidade se funda no convite ao amor, a receber e a dar-se aos demais".

Na breve saudação dirigida ao Papa no começo da audiência, o presidente do Instituto Pontifício João Paulo II para estudos sobre o matrimônio e a família, Dom Livio Melina, expressou sua alegria pela recente beatificação de João Paulo II.

Dom Melina recordou que, há 30 anos, em 13 de maio, o Papa "havia decidido anunciar publicamente a constituição do nosso Instituto, ao qual confiou o dever de pesquisar a verdade sobre o amor humano, o casamento e a família no plano divino, com uma missão de caráter acadêmico, formativo e pastoral, ao qual quis associar o próprio nome".

"Sim, porque, como ele mesmo disse pouco antes de nos deixar, ele queria ser recordado como 'o Papa da família e da vida'", concluiu.

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O papa Bento XVI proclamou como "venerável" João Paulo II, após aprovar o decreto pelo qual são reconhecidas as "virtudes heróicas do servo de Deus" Karol Wojtyla, primeiro passo para a santidade do polonês, informou a Santa Sé.
O decreto foi aprovado durante a audiência concedida no Vaticano pelo prefeito regional da Congregação para a Causa dos Santos, o arcebispo Ângelo Amato.
A assinatura do decreto não significa a imediata beatificação de Karol Wojtyla, já que ainda falta a aprovação por Bento XVI do milagre que leve à proclamação de seu antecessor como beato.

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DEUS ABENÇÕE A TODOS E A TODAS QUE ACESSARAM ESTE BLOG, E EM ESPECIAL ABRAÇO QUERO MANDAR PARA TODOS OS PADRES DA DIOCESE DE BLUMENAU,AO NOSSO BISPO DIOCESANO DOM JOSÉ NEGRI (PIME),QUE CONTO COM A COLABORAÇÃO NAS ORAÇÕES DE CADA UM NA MINHA CAMINHADA VOCACIONAL!!!

ABRAÇO FRATERNALMENTE DE SEU IRMÃO
THIAGO KRAUPPE!!!


 
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