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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Assistente Blog!!!

AVISO IMPORTANTE

Navegantes SC, quinta-feira, 21 de julho de 2011 - Informamos que durante o Dia 22 de Julho de 2011 à 01 de Agosto de 2011 nós não estaremos publicando nem uma Postagem seja ela: Noticia, Homilia do Dia ou Santo do Dia, pedimos desculpa a todos e todas os(as) Leitores(as) do "Blog Informe Krauppe Notivias da Igreja em Primeira Mão".

MOTIVO: Férias.

OBS.: Caso haja alguma Noticia Importante ou Exclusiva estaremos fazendo a Publicação desta mesma aqui no nosso Blog no Mesmo dia.

Para enviar sua noticia, convite ou aviso da sua paróquia ou cidade envie-nos um E-Mail para: assistenteblog@hotmail.com que estaremos publicando-a em nosso Blog a partir do Dia: 01 de Agosto de 2011.


Queremos desejar deste já uma ótima férias a todos e a todas e que pela Intercessão do Beato João Paulo II e de Nossa Senhora do Sagrado Coração de Jesus possam nos Abençoar Hoje e Sempre.

Atenciosamente á Coordenação,
Thiago Krauppe Coordenador do Blog

Um livro de Georg Ratzinger: "Meu irmão, o Papa"!!!

Conta detalhes inéditos sobre a vocação do Pontífice

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 21 de julho de 2011 – Detalhes inéditos da vocação de Joseph Ratzinger são revelados no livro "Meu irmão, o Papa" (“Mein Bruder, der Papst”), entrevista concedida pelo Pe. Georg Ratzinger ao jornalista e escritor alemão Michael Hesemann.

O trabalho consta de 256 páginas, que recolhem uma série de conversas tidas no final da primavera deste ano, em Ratisbona, durante as quais o irmão mais velho de Bento XVI relatou o seu interlocutor memórias de toda uma vida.

O volume, publicado em Munique por Herbig e acompanhado por cerca de 40 fotografias, estará nas livrarias em 12 de setembro, às vésperas da visita que o Papa fará à Alemanha.

O livro foi escrito para comemorar o sexagésimo aniversário da ordenação sacerdotal de Georg e Joseph Ratzinger (em Freising, em 29 de junho de 1951), que os dois irmãos comemoraram juntos na Basílica de São Pedro, na solenidade dos santos Pedro e Paulo.

O testemunho do Pe. Georg Ratzinger, que é a pessoa mais próxima a Bento XVI, começa com a infância e conta, entre outras coisas, como nasceu e amadureceu, no seio da família, a decisão do jovem Joseph de servir a Igreja no sacerdócio, até chegar aos anos do pontificado.

Paróquias como lugares de esperança!!!

Inaugurado o colóquio europeu de paróquias

BUDAPESTE, quinta-feira, 21 de julho de 2011 – Cada vez mais, as paróquias na Europa estão enfrentando o mesmo desafio: a indiferença religiosa, segundo observou Josep Taberner Vilar, catalão, um dos dois copresidentes da Conferência Europeia das Paróquias (CEP), que celebra a sua vigésima edição em Nyíregyháza, Hungria.

O encontro, dedicado este ano ao tema "As paróquias, lugares de esperança. Sempre dispostos a responder a quem vos pedir razão da vossa esperança", está considerando uma nova pastoral, caracterizada pela modéstia e doçura, mas sem complexos.

O encontro reuniu 200 pessoas, de 17 países do Velho Continente, durante cinco dias, até sexta-feira, para ouvir testemunhos, aprofundar na vocação da paróquia, visitar igrejas locais e viver encontros ecumênicos.

Vilar revelou que o encontro está recolhendo "todas as contribuições em um texto útil para as igrejas e a sociedade do continente".

O avanço da secularização

As paróquias podem se tornar lugares de esperança na realidade europeia, fragmentada e secularizada? Esta pergunta foi respondida com algo de humor, mas com convicção – "Yes, we can" – pelo Pe. Hubert Windisch, sacerdote e professor de teologia pastoral na Universidade de Freiburg, na Alemanha, em um discurso em que resumiu a situação das paróquias na Alemanha.

Especialmente no norte e centro da Europa, disse, "somos ‘estrangeiros’, como os cristãos das origens", e "devemos perguntar-nos qual é a nossa tarefa" e como "demonstrar nossa pertença a Cristo".

O sacerdote sublinhou que os cristãos europeus "muitas vezes se sentem oprimidos, inseguros, angustiados e expostos a um ambiente agressivo".

Falando da Alemanha, descobriu que "temos 82 milhões de habitantes e apenas 30% deles são católicos; e os protestantes são menos ainda. Em uma escola de um bairro da minha cidade, 60% das crianças não são batizadas e alguns estudos recentes falam da ‘extinção’ do cristianismo em alguns países ocidentais".

Em suma, experimentamos "um processo muito rápido de declínio, tanto em termos quantitativos como qualitativos, do cristianismo", que "de ser objetivo tornou-se subjetivo".

Ao mesmo tempo, passou-se de "uma compreensão bíblica da fé, pessoal e histórica, a uma imagem de Deus impessoal e sem tempo, de natureza esotérica".

Uma nova pastoral

Neste contexto, as paróquias e os cristãos que participam ativamente delas podem "dar razão da sua esperança", ao se transformarem em uma espécie de “custódia” ou ostensório da Eucaristia, isto é, se adotarem um estilo de "transparência espiritual".

No futuro da Igreja no Ocidente, é preciso desenvolver, portanto, uma "nova pastoral", feita com "modéstia, doçura e respeito", mas também "sem temores" ou complexos de inferioridade, propôs o Pe. Windisch.

CNBB premia comunicação!!!

Mutirão Brasileiro de Comunicação teve noite de estatuetas nessa quarta-feira

RIO DE JANEIRO, quinta-feira, 21 de julho de 2011 – A cerimônia de entrega dos Prêmios de Comunicação da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) aconteceu na noite dessa quarta-feira, no 7º Mutirão Brasileiro de Comunicação (Muticom), que acontece na PUC do Rio de Janeiro.

As boas-vindas foram dadas pelo presidente da Comissão da CNBB para a Comunicação. “Os prêmios dados pela CNBB são um reconhecimento pela Igreja daqueles que trabalham na comunicação a serviço do bem, ajudando a construir a civilização do amor”, disse, segundo informa a Sala de Imprensa do organismo episcopal.

Impresso

O arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João tempesta, fez a entrega do Prêmio Dom Helder de Imprensa.

A jornalista Letícia Aline Paris, da Mensageiro de Santo Antônio, recebeu a estatueta pela reportagem “Adolfo Guidi, dedicação e luta pela vida de um filho”.

Os jornalistas do Jornal Santuário de Aparecida, Daniele Simões, Paulo Eduardo de Gois e Felipe Chicarino da Silva, também foram premiados pela reportagem “Força de Vontade”.

O último troféu Dom Helder de Imprensa foi para Alexandre Lyrio, Jorge Gauthier e Victor Uchoa, do jornal Correio, da Bahia, autores da série especial “Além do hábito”, sobre a vida de Irmã Dulce.

Os premiados foram unânimes em exaltar a iniciativa da CNBB de premiar reportagens pautadas em valores que ressaltam a dignidade da pessoa humana.

“Nosso trabalho tentou e conseguiu trazer outra face da Irma Dulce e seu exemplo de bondade e de fé”, disse Alexandre Lyrio sobre a reportagem “Além do hábito”.

Rádio

O prêmio de rádio Microfone de Prata considerou as categorias Religioso, Jornalismo e Entretenimento e foi entregue pelos diretores da Signis Brasil e Rede Católica de Rádio (RCR), organizadores do Prêmio com a CNBB.

Na categoria Religioso venceu o programa “A caminho do Reino”, da Rádio 9 de julho, da arquidiocese de São Paulo, apresentado pelo padre José Renato. Já na categoria jornalismo, foi premiado o “Jornal da Manhã”, da Rádio Educadora AM, de Coronel Fabriciano (MG), apresentado por Roberto Siqueira. A vencedora da categoria entretenimento, Joelma Viana e Anderleia Oliveira, veio de Santarém, no Pará, com o programa “Caminhos da Amazônia”.

TV

Para entregar a estatueta Clara de Assis, que premia trabalhos de televisão, foi convidado o padre Fábio de Melo. Receberam o prêmio Laerte José Cerqueira da Silva, da TV Cabo Branco (afiliada da Rede Globo na Paraíba), com a matéria “Caravana – JPB – Paraíba”.

Na categoria documentário, o prêmio foi para o Núcleo de TV da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC Rio), com o filme “Paternidade ausente, histórias incompletas”, que relata a dificuldade e desafios enfrentados pelo reconhecimento paterno, a investigação de paternidade e a relação entre pais e filhos.

Nesta mesma categoria, foi premiado também o jornalista Pedro Luiz Monteiro Teixeira, da Rede Canção Nova, com o filme “Irmã Dulce”, um especial sobre a vida e obra da irmã baiana, beatifica no dia 22 de maio deste ano.

Cinema

Prêmio mais antigo e mais concorrido da CNBB, o Margarida de Prata agracia os produtores de cinema desde a década de 1960. Nesta edição foi premiado o longa “Esse homem vai morrer – Um Faroeste Caboclo”, de Emílio Gallo, como documentário investigativo.

Outro premiado foi o Milagre de Aparecida, de Tizuka Yamasaki. O filme narra uma história de transformação, superação e reencontro de um homem e sua família através da fé em Nossa Senhora Aparecida.

Na categoria documentário de longa-metragem o ganhador foi “Família Braz – Dois Tempos”, de Dorrit Harazim e Arthur Fontes Nesta mesma categoria, foi premiado também “Augusto Boal e o teatro do oprimido”, de Zelito Viana.

Santo do Dia 22/07: Santa Maria Madalena!!!

Santa Maria Madalena

Santa Maria Madalena
Natural de Mágdala, na Galileia, Maria Madalena foi contemporânea de Jesus Cristo, tendo vivido no Século I. O testemunho de Maria Madalena é encontrado nos quatro Evangelhos:

"Os doze estavam com ele, e também mulheres que tinham sido curadas de espíritos maus e de doenças. Maria, dita de Mágdala, da qual haviam saído sete demônios..." (Lc 8,1-2).

Após ter sido curada por Jesus, Maria Madalena coloca-se a serviço do Reino de Deus, fazendo um caminho de discipulado, de seguimento a Nosso Senhor no amor e no serviço. E este amor maduro de Maria Madalena levou-a até ao momento mais difícil da vida e da missão de Nosso Senhor, permanecendo ao lado d'Ele:

"Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe e a irmã de sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena" (Jo 19,25).

Maria Madalena foi a primeira testemunha da Ressurreição de Jesus:

"Então, Jesus falou: 'Maria!' Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: 'Rabûni!' (que quer dizer: Mestre)" (Jo 20,16).

A partir deste encontro com o Ressuscitado, Maria Madalena, discípula fiel, viveu uma vida de testemunho e de luta pela santidade.

Existe também uma tradição de que Maria Madalena, juntamente com a Virgem Maria e o Apóstolo João, foi evangelizar em Éfeso, onde depois veio a falecer nesta cidade.

O culto à Santa Maria Madalena no Ocidente propagou-se a partir do Século XII.

Santa Maria Madalena, rogai por nós!




Santo do Dia 21/07: São Lourenço de Brindes!!!

São Lourenço de Brindes

São Lourenço de Brindes
Presbítero da Igreja, o santo de hoje é reconhecido como Doutor, pois amou, aprofundou, serviu e com ardor comunicou a Sã Doutrina Católica. Nascido em Brindes, na Itália, no ano de 1559, São Lourenço entrou na família franciscana, como Capuchinho e chegou a Superior Geral.

Homem de Deus e conciliador da maneira franciscana de viver com as necessidades da época, como pregador espalhou a Palavra de Deus em muitos lugares, como Itália, Espanha, Portugal, França, Bélgica, Holanda. Conhecedor do hebraico, aramaico, caldeu, grego, latim, alemão, italiano e outras línguas, pôde - como teólogo e apologista - aprofundar nos estudos das Sagradas Escrituras e bradar pelos quatro cantos da Igreja e do mundo a Verdade, pois o protestantismo se alastrava, assim como diversas heresias.

São Lourenço fugia constantemente das honras e, além de dormir no chão, levantava-se à noite para rezar e se alimentava somente de pão, água e verduras, como penitência. Além de grande propagador da Palavra, foi quem muito lutou para vivê-la, por isso, ao ocupar a função de diplomata da Igreja, serviu de pacificador durante a ameaça de invasão por parte dos turcos. São Lourenço, que entrou no Céu com 60 anos, deixou muitos escritos, os quais externam o amor pela Palavra de Deus: "A Palavra de Deus é luz para a inteligência, fogo para a vontade, para que o homem possa conhecer e amar a Deus... É martelo contra a dura obstinação do coração, nos vícios contra a carne, o mundo e o demônio; é espada que mata todo o pecado".


São Lourenço de Brindes, rogai por nós!



Homilia Diária do dia 22 de Julho!!!

Mulher, por que choras? A quem procuras?


Evangelho - Jo 20,1-2.11-18


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Hoje celebramos a memória de Santa Maria Madalena. O Evangelho, próprio da festa, narra o encontro dela com Jesus, logo após a ressurreição.

"No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro." Ela arriscou sua vida, porque Jerusalém era uma cidade grande, onde uma mulher andar sozinha, no escuro, na periferia, era perigoso. Mas quem ama arrisca e enfrenta perigos.

Madalena disse para aquele que ela pensava que fosse o jardineiro: "Dize-me onde o colocaste que eu irei buscá-lo". Outra atitude própria de quem ama: vai além das próprias forças e faz coisas aparentemente impossíveis. Imagine uma mulher carregando o corpo de um homem! Mas até que poderia, pois o amor nos torna corajosos e nos dá força.

Nós sabemos que Maria Madalena, antes de se encontrar com Jesus, levava uma vida errada. Mas quem ama a Cristo é transformado por ele. Do mesmo modo que o ferro, em contato com o fogo, se transforma e muda até de cor, assim acontece com o ser humano quando entra em contato com Deus.

Ninguém vive sem amor. O amor é a chave da felicidade. Ele plenifica a nossa vida. E quando se trata do amor a Deus, mais ainda, porque é amor completo, sem restrições. E é tão fácil amar a Deus! A felicidade está 24 horas por dia ao nosso lado, nos esperando; basta abrir o nosso coração que ela entra. Ninguém precisa viver sozinho na vida, nem tem direito de ser infeliz

"Jesus disse: Maria! Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: Rabunni, que quer dizer: Mestre." Madalena era de Mágdala, região onde se fala o hebraico. Jesus falava aramaico. Mas quem ama fala a língua da pessoa amada. Deus se comunica conversa conosco na nossa língua, na nossa cultura, do nosso jeito.

Madalena quer reter Jesus, mas ele disse: "Não me segures". O amor cristão é universal, é aberto a todos, especialmente aos mais pequenos. É com esse amor que Jesus amava Madalena.

"Vai dizer aos meus irmãos: subo para junto do meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus." Jesus, que logo vai para o Céu, pede para Madalena direcionar para a Igreja todo o amor que tem por ele. Ele volta para o Pai, mas agora como nosso irmão, portanto, se Deus é Pai dele, é também nosso; se é Deus dele, é também nosso.

"Madalena foi anunciar aos discípulos: Eu vi o Senhor" É o amor a Deus manifestado na obediência alegre e pronta. O amor a Deus se manifesta de mil formas: no anúncio, na obediência, na caridade, no perdão, na perseverança...

Daí para frente, Madalena passou a viver como qualquer um de nós: amando a Jesus, presente no seu Corpo Místico, a Igreja.

A lição vale tanto para o amor matrimonial como para o amor a Deus, que é a fonte e o modelo do amor matrimonial. O amor, quando não é força, mas espontâneo, torna-se forte, como o amor de Madalena para com Jesus.

Certa vez, numa cidade de tamanho médio, um bairro da periferia ficou sem água. Caiu um gato na caixa d'água e morreu. E o povo não conseguia limpar a caixa, tinha de ser a prefeitura. Mas esta nunca vinha. Uma mulher foi à prefeitura, junto com a vizinha, as duas de cor negra, tentar falar com o secretário de águas e esgotos. Mas, além de não ser atendidas, foram humilhadas. Chamaram-nas de "enxiridas", expressão local que significa abelhudas, quer dizer, estão entrando em lugar que não é delas.

A mulher ficou irritada. Voltou e fez um abaixo-assinado. Conseguiram duas mil assinaturas. Depois convidou a mesma vizinha e foram à prefeitura, levando as folhas do abaixo-assinado.

Adivinhe como foram recebidas. Levaram-nas para uma sala vip, onde havia poltronas de luxo. Trouxeram café para elas, depois vieram conversar com elas o secretário e o prefeito juntos. No dia seguinte os funcionários da prefeitura resolveram o problema.

O pessoal da prefeitura já sabia do abaixo-assinado, e logo haveria eleições municipais.

O nosso amor a Cristo se volta para o amor à Igreja, para o povo, especialmente os que sofrem. Que descubramos a força da nossa união e a usemos.

As duas podiam cantar depois: "Animados pela fé e bem certos da vitória, vamos fincar nosso pé e fazer a nossa história".

São duas as marias que amaram muito a Jesus: sua Mãe e Maria Madalena. Nós pedimos a elas que nos ajudem a amar mais a Jesus, tornando-nos seus discípulos cada vez mais féis.

Mulher, por que choras? A quem procuras?

+ Padre Antonio Queiroz

Homilia Diária do dia 21 de Julho!!!

Falando a linguagem do povão...

Evangelho Mateus 13, 10-17

***

Os discípulos percebem que o Mestre gosta de contar parábolas para o povo mais simples, mas quando é com eles a conversa muda de figura. Jesus, o evangelizador por excelência tem essa pedagogia fascinante que consegue atrair as pessoas, porque faz comparações com coisas do quotidiano em relação ao Reino de Deus, e daí a compreensão fica bem mais fácil.

Entrar na Vida das pessoas para fazer o anúncio, é respeitar o jeito de pensar delas, seu nível cultural, seu jeito de viver, isso se chama Inculturação, algo que muitas vezes falta aos nossos pregadores e evangelizadores missionários. Jesus fala a cada um no modo que ele consiga compreender, se está na cidade vai falar de mercador de jóias, se está á beira mar vai falar de barco e de peixes, se está no campo vai falar da semente e assim por diante.

Mas para os discípulos que são íntimos, e com quem convive, ele fala as claras e vai proclamá-los benditos porque, não só ouvem mas vêem...

A vida do homem tocado pela Graça de Deus, pelo dom da Fé que provém da Palavra. Muda completamente porque ele vê com outros olhos. Podemos dizer o mesmo das nossas comunidades cristãs que semanalmente se reúnem para ouvir a Santa Palavra de Deus, receberem a Ceia Eucarística. Quanta Graça e Beleza nessa vida de comunhão com Jesus, quanto privilégio estar na Vida Dele e Ele na nossa.

Por outro lado, aumenta também a nossa responsabilidade, esse Jesus Cristo, Nosso Deus e Senhor, que vamos louvando pela Vida, não é algo particular nosso e muito menos da comunidade, mas somos anunciadores, as testemunhas, os Porta Vozes colocados como instrumentos, para que outros façam também essa experiência de conhecer o Senhor....Mas sempre usando a linguagem da simplicidade, exatamente como Jesus fazia....O ensinamento do Senhor é simples, nós é que as vezes complicamos demais, dificultando a compreensão dos irmãos e irmãs mais simples..

+ Diacono José da Cruz

quarta-feira, 20 de julho de 2011

UNIÃO CATÓLICA DE IMPRENSA DEIXA DE SER “CATÓLICA”!!!

Comunicado dos Conselhos para os Leigos e para as Comunicações Sociais


CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 20 de julho de 2011 – Um comunicado emitido por representantes da Santa Sé informa que a União Católica Internacional de Imprensa (UCIP) já não pode utilizar o nome de “católica”, devido à grave crise de gestão que vive há anos.

Da mesma forma, o Conselho Pontifício para os Leigos e o Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, em um comunicado conjunto, reprovam a decisão dos atuais gestores da organização, que, sem a devida autorização, adotaram um novo nome que mantém o qualificativo de “católico”: Organização Católica Internacional dos Meios de Comunicação (ICOM).

A nota, assinada pelos dois presidentes dos organismos vaticanos, o cardeal Stanislaw Rylko e o arcebispo Claudio Maria Celli, reconhece que a UCIP, “depois de décadas de válido serviço à evangelização através da imprensa, nos últimos anos viveu uma progressiva crise de gestão”.

“O Conselho Pontifício para os Leigos e o Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, em virtude dos respectivos âmbitos de competência, acompanharam de perto este processo, que teve como consequência a invalidação das assembleias gerais realizadas em 2007, no Canadá, em 2008, em Roma, e em 2010, em Burkina Faso.”

“Em várias ocasiões, a Santa Sé expressou às autoridades da UCIP sua perplexidade diante da inaceitável falta de transparência e clareza na gestão desta associação, sob o controle do seu secretário-geral. No último dia 23 de março, estes fatos provocaram a revocação, por parte do Conselho Pontifício para os Leigos, do reconhecimento canônico da UCIP como associação católica, através de uma carta formal dirigida a todos os membros na pessoa do seu presidente.”

O documento dizia: “Diante desta situação, a Santa Sé não pode permanecer em silêncio e inativa; portanto, em acordo com a Secretaria de Estado, e depois de ter consultado o Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, o Conselho Pontifício para os Leigos, fazendo referência ao cânon 326 §1 do Código de Direito Canônico, revoga o direito de reconhecimento à UCIP, datado de 15 de dezembro de 2004. A partir de agora, a UCIP terá de eliminar do seu nome o adjetivo de católica (cf. Cânon 300 do Código de Direito Canônico)”.

Os representantes da Santa Sé informam que, “como única reação, a secretaria geral da que até agora se chamava UCIP, no último dia 28 de abril, informou a todos os membros sobre a transformação da UCIP em ICOM, anunciando sua primeira assembleia para o mês de novembro de 2011”.

“Este ato foi desaprovado energicamente pelo Conselho Pontifício para os Leigos e pelo Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, que não reconhecem esta organização, que continua ostentando o título de católica. Além disso, a assim chamada ICOM se apropriou de maneira indevida do patrimônio intelectual, econômico e histórico da UCIP, assim como do seu logotipo e do seu site.”

“Ambos os conselhos pontifícios confirmam sua gratitude a todos os membros da UCIP, excluídos devido à recente gestão, pelo bom serviço realizado em anos passados e os incentivam a difundir o Evangelho no mundo da comunicação escrita. Ao mesmo tempo, garantem que estão estudando novas maneiras possíveis de vínculo associativo para propor aos jornalistas que desejam permanecer em comunhão com a Igreja Católica”, conclui o comunicado vaticano.

Devido à crise vivida pela UCIP nos últimos anos, algumas organizações nacionais de jornalistas católicos, como a espanhola UCIPE (http://www.ucipe.org), haviam se distanciado desta instituição.

As origens da UCIP remontam a 1927, quando alguns jornalistas franceses, alemães, austríacos e suíços criaram o Escritório Internacional de Jornalistas Católicos, com o fim de promover um jornalismo baseado em valores sólidos. Em 1930, teve lugar em Bruxelas, na Bélgica, o primeiro congresso mundial da imprensa católica e, em 1936, nasceu em Roma a União Internacional da Imprensa Católica.

Depois dos anos difíceis da 2ª Guerra Mundial, a associação retomou as próprias atividades por ocasião do congresso mundial realizado na capital italiana, em 1950. Desde 1966, ano em que se adotou o nome de UCIP, abriu-se a todos os profissionais católicos que trabalham no âmbito da informação leiga e religiosa.

(Jesús Colina)

DIOCESE DE BRAGANÇA-MIRANDA TEM NOVO BISPO!!!

Padre José Manuel Garcia Cordeiro, reitor do Pontifício Colégio Português em Roma


CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 20 de julho de 2011 – Segundo informou a Santa Sé nesta segunda-feira, Bento XVI nomeou bispo de Bragança-Miranda (Portugal) o padre José Manuel Garcia Cordeiro, 44 anos. Ele pertence ao clero da mesma diocese e é atualmente o reitor do Pontifício Colégio Português em Roma.

A nomeação vem após o Papa aceitar a renúncia ao governo pastoral da diocese apresentada por Dom António Montes Moreira por razão de idade.

Segundo refere Agência Ecclesia, o padre José Manuel Cordeiro nasceu a 29 de maio de 1967 em Angola, Vila Nova de Seles, Luanda, tendo vindo para Portugal em 1975 com a família.

O novo bispo, que vai assumir a responsabilidade da diocese situada 520 km a nordeste de Lisboa, foi ordenado padre para a diocese de Bragança-Miranda a 16 de junho de 1991, depois de ter concluído os estudos filosóficos e teológicos no centro regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa.

Entre 1991 e 1999 foi pároco, formador no seminário da diocese transmontana e capelão do Instituto Politécnico de Bragança, e de 1999 a 2001 frequentou o Pontifício Ateneu de Santo Anselmo, em Roma, obtendo a licenciatura em Liturgia, disciplina em que se doutorou no ano de 2004, no mesmo instituto.

O futuro bispo foi vice-reitor do Pontifício Colégio Português, em Roma, entre 2001 e 2005, ano em que foi nomeado reitor do mesmo estabelecimento, cargo que ocupa até hoje.

Em 2004 iniciou a carreira docente no Pontifício Ateneu de Santo Anselmo e em novembro de 2010 o Papa Bento XVI nomeou-o consultor da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.

A diocese de Bragança-Miranda tem 6.545 quilômetros quadrados de superfície e registou uma população de 136.459 habitantes, segundo os resultados preliminares do Censos 2011. Prepara-se para receber o 44º bispo da sua história.

Santo do Dia: Santo Aurélio!!!

Santo Aurélio

Santo Aurélio
A Igreja da África, durante os anos de 392 até 429, foi agraciada com o governo santo do primeiro Bispo de Cartago, que santificou-se tornando seu povo também santo. Santo Aurélio nasceu no século IV e desde diácono se destacava pela caridade, zêlo, pureza de vida e pelo culto da Liturgia.

O grande Aurélio esteve como Bispo responsável por toda uma região e todos o chamavam - por respeito - de "Santo Papa Aurélio". Não possuía grandes dotes intelectuais, porém, na Providência Divina, tinha grande amizade com o sábio e Bispo de Hipona: Santo Agostinho. Unido ao Doutor da Graça, pôde combater a auto-suficiência do Pelagianismo e outras heresias que encontraram a condenação no seu tempo.

Muito do que sabemos hoje de Santo Aurélio foi o próprio Santo Agostinho quem informou, pois este admirava a prudência, a piedade e a humildade deste pastor e pai, que tudo fazia pela salvação das almas e pureza da doutrina cristã. Santo Aurélio passou da Igreja militante, para a Igreja triunfante pouco tempo antes de Santo Agostinho, isto em 429.

Santo Aurélio, rogai por nós!

Homilia Diária!!!

Vou colocar adubo na figueira. Pode ser que ela dê fruto

Evangelho - Mt 13,1-9

***

Este Evangelho narra que contaram a Jesus um fato trágico: Houve dentro do Templo um motim de judeus vindos da Galiléia. A guarda romana entrou na área reservada somente aos judeus, e matou violentamente a todos.

Os que deram a notícia a Jesus esperavam dele uma solidariedade aos judeus mortos, e um repúdio à profanação do lugar sagrado.

Mas Jesus chama a atenção para algo mais importante: Esse judeus eram violentos, iguais aos soldados que os mataram. Neste momento de comoção nacional, Deus chama todos à conversão, pois é dessa que depende a vida mais importante, a eterna.

O povo judeu era pequeno e fraco; não havia nenhuma saída diante do poder opressor, a não ser a fé, que depende do perdão sem limites.

Muita gente interpreta as catástrofes – enchente, incêndio, acidente... – como castigos de Deus. E se é a própria pessoa que é vítima, ela se pergunta: Que pecado eu fiz para merecer isso?

Essa mentalidade descarta a vida futura, e pensa que Deus deve castigar os maus e premiar os justos aqui na terra. E nem nos lembramos que Jesus era justo e sofreu a vida inteira. Maria Santíssima e os demais santos também.

Deus Pai não é como nós; ele "faz brilhar o sol sobre maus e bons, e cair a chuva sobre justos e injustos" (Mt 5,45). Deus nos adverte através de sinais; mas nem sempre converte os pecadores, enviando-lhes desgraças.

Às vezes um favor de Deus é para nós motivo de conversão: como Deus é bom para mim, apesar de eu ser tão ingrato a ele! Foi isso que aconteceu com Zaqueu (Lc 19,1). Na verdade, só há um castigo de Deus: perdê-lo para sempre.

É comum encontrarmos no Antigo Testamento Deus castigando o povo com desgraças. Isso porque eles não tinham clareza sobre a vida futura, sua fé ainda era imperfeita. Temos, entretanto, o exemplo de Jô, um servo de Deus que sofreu a vida inteira.

"Vós pensais que esses galileus eram mais pecadores do que todos os outros? Eu vos digo que não. Mas se vós não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo." As catástrofes são sinais de Deus a nós, não para julgarmos as vítimas, mas para "por a nossa barba de molho". Através delas Deus nos convida à conversão.

E Jesus cita outra catástrofe, que também era comentada pelo povo: O prédio (torre) que caiu em Jerusalém, matando dezoito pessoas. E repete o alerta: "Se não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo".

Vamos aproveitar as notícias de catástrofes para a nossa conversão, pois nós também podemos ser vítimas e, de uma hora para outra, morrermos.

Na parábola da figueira, Jesus deixa claro que a nossa conversão se mostra pelos frutos, isto é, pelas nossas boas obras. Não adianta ser uma figueira bonita, se não dá fruto. O mundo está cheio de pessoas de ótima aparência, mas pouco fruto.

Boas obras, nós sabemos: é não falar mal dos outros, falar só a verdade, ser justo, perdoar, amar o próximo, ajudar os necessitados...

"O machado já está posto à raiz das árvores. Toda árvore que não der bom fruto será cortada e jogada ao fogo" (Mt 3,10).

"Vou colocar adubo na figueira. Pode ser que ela dê fruto." Foi o pedido do vinhateiro, quando o dono queria cortar a figueira. Que bom se nós fôssemos como este vinhateiro, fazendo alguma coisa pelas pessoas que estão no caminho errado, ou perdem tempo sem fazer boas obras! "Os que tiverem ensinado a muitos o caminho da virtude, brilharão como as estrelas, por toda a eternidade" (Dn 12,3).

Certa vez, um homem resolveu separar-se da esposa e disse a ela: "Vou separar-me de você. Você pode separar tudo o que é importante para você nesta casa, que eu fico com o resto".

Ela respondeu: "Sim, mas antes vamos fazer uma festinha. Assim as crianças se divertem, dormem e depois nós faremos a divisão".

Então prepararam um churrasco, e convidaram os amigos. Como ele estava tenso, acabou bebendo um pouco exagerado e, quando as visitas foram embora, ele dormiu.

Enquanto ele dormia profundamente, a esposa, com a ajuda dos amigos, tirou todas as coisas do quarto do casal, menos a cama dos dois, em que ele estava dormindo, colocou no quarto as crianças, e dormiu ao lado dele.

Quando, no outro dia cedo, ele acordou, perguntou assustado o que havia acontecido. Ela disse: "Você não me pediu para separar o que é mais importante para mim? Já separei. Para mim, o mais importante é o que está aqui: você e os nossos filhos".

Como o vinhateiro da parábola, essa senhora ainda acreditava na sobrevivência da família; por isso quis ainda "colocar um pouco de adubo" na tentativa de salvá-la.

Maria Santíssima era uma boa árvore, que produziu para nós o melhor fruto do mundo: Jesus, nosso Salvador. Santa Mãe de Deus, rogai por nós!

Vou colocar adubo na figueira. Pode ser que ela dê fruto.

+ Padre Antonio Queiroz

terça-feira, 19 de julho de 2011

Santo do Dia: São Símaco!!!

São Símaco

São Símaco
Neste dia, celebramos um santo Papa que enfrentou um período da história em que a Igreja sofria com pressões internas e externas.

Nasceu na Ilha da Sardenha no século V. Pertenceu ao clero romano e foi eleito Papa em 498. No tempo de Símaco, a Igreja era duramente atingida por perseguições.

Muitas famílias tradicionais de Roma, bem como o Senado, buscavam de todas as formas influenciar a ação da Igreja, trazendo assim muitos prejuízos; isto perdurou por um tempo até levantar-se Símaco. O santo Papa combateu e venceu estes "invasores", recuperando assim a total liberdade da Igreja, na sua organização e disciplina.

Com a queda do império romano e a invasão dos vândalos, godos, visigodos e longobardos, que começavam a dominar o Ocidente, São Símaco, na ousadia, entrou nas intrigas sociais e políticas, para assim tomar partido da paz e da harmonia e não de algum dos lados. Na função eficiente de pai comum, suscitou a inveja do imperador do Oriente que começou a perseguir os cristãos; em resposta a esta atitude corrigiu Símaco: "Lança um olhar, o Imperador, a tantos príncipes que perseguiram a Igreja e vê como todos eles tiveram triste fim, ao passo que a Igreja perseguida continua com tanto mais glória, quanto mais violenta lhe foi a perseguição".

Símaco era conciliador, homem de justiça e sinal de paz.

Em 514 ele partiu para a glória celeste e intercede por nós, para que nos tempos de hoje, por amor a Cristo e à Igreja, sejamos promotores da paz.

São Símaco, rogai por nós!



Homilia Diária!!!

Comunidade, uma nova Família

Evangelho Mateus 12, 46-50

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Que recado maravilhoso de Jesus nesse evangelho, sobre o papel e a importância da Comunidade em nossa Vida! Entre nós católicos, eu penso que ainda não compreendemos bem o que é ser comunidade. Uns são freqüentadores, admiram o trabalho das pastorais e movimentos, são Fãs do Padre e por isso freqüentam, não deixam de ir.

Outros participam mas não se misturam com outras pessoas, ou ficam isolados em algum canto, tentando uma Linha Direta com Deus, ou se fecham em seu grupo ou Movimento, estão ali, mas em função do grupo ou da equipe. Há muitos que vão mas têm sérias restrições e de vez em quando "soltam os cachorros" contra a comunidade, ameaçando de não mais voltar se as coisas continuarem desse jeito. Exigem mudanças radicais....

Há também os que vão, simplesmente porque alcançaram alguma graça e agora não podem mais desistir, com medo de sofrer algum castigo Divino. Há também outros, que, julgando ter talento em fazer alguma coisa, acham que a comunidade é o lugar ideal para mostrarem o seu valor e o seu dote artístico...

Jesus, o Filho de Deus, Santo e Perfeito, não só se encarnou entre os homens, mas realiza sua vocação de amor e serviço em comunidade, estabelecendo com ela não apenas uma amizade, mas um laço fraterno em torno de um projeto em comum: a realização do Reino de Deus.

Qual é a Vontade de Deus em nossa vida ? As vezes imaginamos que a Vontade de Deus sempre contraria as nossas vontades e aí é que nos enganamos. Deus só quer que o homem seja Feliz e essa Felicidade torna-se concreta quando o homem ama e é amado, partilhando sua vida em comunhão com os demais, como é o ideal de uma vida em comunidade.

Aderir á comunidade significa "Vestir a camisa", entrar no jogo prá valer, estabelecer relações que não são simplesmente afetivas, mas uma relação com as pessoas, entrelaçadas pela nossa relação com Deus, tornando-se uma única relação, marcada fortemente pela compreensão, misericórdia, paciência, tolerância e ternura. Por isso Jesus, mais do que ninguém fez essa ruptura até com os laços familiares, mostrando que agora surge uma nova Família: precisamente a Comunidade, onde se vive á Vontade do Pai, exercitando o amor que nunca irá se acabar, mas que um dia atingirá a sua plenitude.

+ Diacono José da Cruz

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Mais uma vez no rumo de Assis!!!

Carta do Cardeal Levada, prefeito para a Doutrina da Fé

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 18 de julho de 2011 – Carta do Cardeal Dom William J. Levada, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, publicada em 6 de julho em L'Osservatore Romano. Por ocasião do encontro inter-religioso de Assis em 27 de outubro, ele reflete sobre o diálogo com as outras religiões.

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O anúncio da “Jornada de reflexão, diálogo e oração pela paz e pela justiça no mundo”, em Assis no próximo outubro, mostra que a experiência religiosa nas suas diversas formas é objeto da atenção da Igreja no terceiro milênio. Diante da atual difusão do ateísmo e do agnosticismo, é necessário ajudar o homem a salvaguardar ou reencontrar a consciência do seu vínculo elementar (re-ligio) com a própria origem. Esta consciência, que se faz naturalmente orante, é uma condição da paz e da justiça no mundo.

Em seu livro-entrevista de 1994, o beato João Paulo II relembra o encontro de Assis de 1986, que, junto com as visitas a países do Extremo Oriente, o convenceu, mais ainda, de que “o Espírito Santo trabalha eficazmente mesmo fora do organismo visível da Igreja”. Porém, consciente da delicadeza do argumento, ele ensinou na encíclica Redemptoris missio que o Espírito “se manifesta de modo particular na Igreja e nos seus membros; mas a sua presença e ação são universais, sem limite algum nem de espaço nem de tempo”. Referindo-se ao Concílio Vaticano II, ele recordou “a ação do Espírito no coração do homem, mediante as 'sementes da Palavra', inclusive nas iniciativas religiosas, nos esforços da atividade humana encaminhados à verdade, ao bem e a Deus”, que faz “amadurecer em Cristo” (nº28). Na mesma encíclica, depois, não só reafirmou a necessidade e a urgência do anúncio da Boa Nova de Jesus, mas a contrastou com uma “mentalidade indiferentista, amplamente difundida inclusive entre os cristãos, enraizada em concepções teológicas não corretas e marcada por um relativismo religioso que leva a pensar que 'uma religião equivale a outra'” (nº36).

Em sintonia com esta preocupação está a reflexão teológica e pastoral de Joseph Ratzinger. Já em 1964, ele manifestou a tentativa de “definir com maior precisão a posição do cristianismo na história das religiões e dar sentido mais concreto às enunciações teológicas sobre a unicidade e o absoluto do cristianismo” (J. Ratzinger, Fé, Verdade, Tolerância. O Cristianismo e as religiões do mundo, 17).

A Congregação para a Doutrina da Fé, por ele dirigida, retomará este tema com a declaração Dominus Iesus sobre a unicidade e a universalidade de Jesus e da Igreja. O documento, publicado em 6 de agosto de 2000, não pretendia só refutar a idéia de uma coexistência inter-religiosa em que várias “crenças” seriam reconhecidas como vias complementares à fundamental que é Jesus Cristo (cfr. João 14, 6); pretendia, mais profundamente, estabelecer as bases doutrinais de uma reflexão sobre a relação entre o cristianismo e as religiões. A pessoa do Verbo encarnado é absolutamente única; a obra salvífica de Jesus se prolonga no seu Corpo, a Igreja, e também esta é única no tocante à salvação de todos os homens. Para exercitar esta obra, tanto entre os cristãos como entre os não cristãos, temos sempre e somente o Espírito de Cristo que o Pai concede à Igreja como “sacramento de salvação”: não há vias complementares à única economia universal do Filho feito carne, embora fora da Igreja de Cristo se encontrem elementos de verdade e de bondade (Nostra aetate, 2; Ad gentes, 9).

O encontro de Assis teve uma segunda edição em 24 de janeiro de 2002. O cardeal Ratzinger sentiu ali a necessidade de esclarecer o significado, tornando-se intérprete dos que se interrogam seriamente a este propósito: “Podemos fazer isto? Não será que é dada à maioria das pessoas a ilusão de uma comunhão que não existe? Não se favorece o relativismo, a opinião de que no fundo só há diferenças penúltimas entre as religiões? Não se debilita assim a seriedade da fé e se afasta Deus de nós? Não se reforça o sentimento de termos sido abandonados?” (Fé, Verdade, Tolerância, 111). Aqui queremos perguntar: por quê, se estava tão atento às possíveis interpretações errôneas do seu beato predecessor, Bento XVI considerou oportuno peregrinar até Assis em novo encontro pela paz e pela justiça no mundo?

Achamos uma primeira indicação na lembrança do cardeal Ratzinger do encontro de 2002. Ele evocava a figura do homem vestido de branco, já ancião, sentado junto aos outros no trem para Assis: “Homens e mulheres, que na vida cotidiana se enfrentam não raro com hostilidade e parecem divididos por barreiras infranqueáveis, saudavam o Papa, que, com a força da sua personalidade, a profundidade da sua fé, a paixão que destilava pela paz e pela reconciliação, conseguiu o impossível graças ao carisma do seu ofício: convocar, unidos em peregrinação pela paz, representantes da cristandade dividida e representantes de diversas religiões” (30 Giorni, 1/2002). A religião está longe de distrair da edificação da cidade terrena, mas empurra para o compromisso em prol dela. Para nós, cristãos, isto significa interceder a Deus, deixando que os outros, apesar da sua diversidade, se unam a nós na busca da paz e da justiça no mundo. E, acrescentava o então cardeal, “se nós, como cristãos, empreendemos o caminho para a paz a exemplo de São Francisco, não devemos temer perder a nossa identidade: é assim que a encontramos” (ibidem).

Não se trata, em resumo, de esconder a fé para encontrar a vantagem de uma unidade superficial, mas de confessar – como então fez João Paulo II e o Patriarca ecumênico – que nossa paz é Cristo e que por isso o caminho da paz é o caminho da Igreja. O rosto do “Deus da paz” (Rm 15, 33), disse o então Joseph Ratzinger, “se fez visível a nós cristãos pela fé em Cristo (ibidem). E esta paz é uma plenitude não só oferecida e transmitida (Cf. Jo 20, 19), mas desde sempre acolhida pela Ecclesia sancta et immaculata (Ef 5, 27), como dom e como dever a respeito do mundo, que “é teatro da história da humanidade” (Gaudium et spes, 2). Recorda-nos isso o Concílio Vaticano II: “obedecendo ao mandamento de Cristo e movida pela graça e pela caridade do Espírito Santo, ela se torna atual e plenamente presente a todos os homens ou povos para os conduzir à fé, liberdade e paz de Cristo” (Ad gentes, 5). Já que “todos os homens estão chamados à unidade com Cristo” (Lumen gentium, 3), a Igreja deve ser fermento desta unidade para a humanidade inteira: não só com o anúncio da Palavra de Deus, mas com o testemunho vivido da íntima união dos cristãos com Deus. E esta é a autêntica via da paz.

O slogan escolhido para a próxima Jornada de Assis – Peregrinos da verdade, peregrinos da paz – nos oferece uma segunda indicação: para que se possa ter esperança em realmente construir, unidos, a paz, é necessário colocar os critérios da verdade. “O ethos sem o logos não existe” (J. Ratzinger, Os he llamado amigos. La compañía en el camino de la fe, 71). Instruído pelas dolorosas experiências das ideologias totalitárias, o Papa faz uma advertência perante toda forma de subordinação da razão à praxis. Mas há mais. O vínculo original entre o ethos e o logos, entre religião e razão, tem sua raiz fundamental em Cristo, o Logos divino: exatamente por isso o cristianismo é capaz de restituir ao mundo este vínculo, participando como sinal veraz e eficaz de Jesus Cristo, em sua única missão de salvação (Cf. Lumen gentium, 9). E portanto há que rejeitar decididamente “este relativismo que afeta em maior ou menor grau a doutrina da fé e a profissão de fé” (Os he llamado amigos, 71). Mas isso, longe de construir um desprezo das diversas expressões religiosas ou da dimensão ética, é uma apreciação: “devemos tentar encontrar uma nova paciência – sem indiferença – uns com os outros e pelos outros; uma nova capacidade de deixar de ser o que é o outro e a outra pessoa; uma nova disponibilidade para diferenciar os planos da unidade e, portanto, realizar os elementos de unidade que neste momento são possíveis” (ibidem). Não é possível a paz sem a verdade, e vice-versa: a atitude para a paz constitui um autêntico “critério de verdade” (J.Ratzinger, Europa. Sus fundamentos hoy y mañana, 79).

A importância da comunicação na vida da Igreja!!!

Por Dom Orani João Tempesta

RIO DE JANEIRO, segunda-feira, 18 de julho de 2011 – Nestes dias acontecem dois grandes eventos relacionados com a comunicação: o 1º Seminário de Comunicação para os Bispos do Brasil e o 7º Mutirão Brasileiro de Comunicação. Encontros esses que querem aprofundar a importância desse assunto para a missão evangelizadora da Igreja.

Quando falamos em comunicação, estamos nos referindo ao processo comunicacional e a toda e qualquer forma de transmissão de mensagens, conteúdos ou informações para outras pessoas. O termo comunicação é abrangente e não se restringe aos meios midiáticos (rádio, TV, jornal impresso, site e etc), mas a toda e qualquer forma de relacionamento humano.

Falar da comunicação como espaço sociocultural para se realizar a evangelização no mundo contemporâneo significa abordar, sobretudo, um contexto de sociedade que se transforma numa velocidade alucinada, marcado pelos avanços tecnológicos, sobretudo pela era digital, que provoca mudanças sociais e de costumes, onde o mundo das comunicações se apresenta como uma área cultural de grande importância a ser refletida pela Igreja.

A Igreja em sua missão evangelizadora tem que comunicar Jesus Cristo, Senhor da Vida, nosso Salvador. Para comunicar essa Boa Notícia supõe que a pessoa que o faz seja evangelizada e não apenas saiba as técnicas da comunicação. É a Igreja e sua missão que fala por si mesma há dois mil anos e que tende a ocupar um espaço muito maior no Terceiro Milênio. Esse fato tem relevância quando percebemos que estamos inseridos neste meio e fazemos parte desta história. Esta é a história que nos compete. Somos chamados a atuar e a sermos "instrumentos de salvação" na história vivida de nossa cotidianidade. Esta sociedade midiática é o "lugar teológico" para cada um de nós, cristãos!

A principal imagem da Igreja é Cristo nos mistérios da encarnação, morte e ressurreição. Sendo assim, a Pastoral da Comunicação tem uma importância muito grande na vida de qualquer paróquia, pois tudo o que é feito e realizado em nossas comunidades tem como objetivo a evangelização.

Sabemos que não existe evangelização sem comunicação. Evangelizar implica necessariamente em comunicar. Até mesmo o testemunho de vida como ação evangelizadora é um pressuposto e também forma de comunicação. O ato de testemunhar é comunicar com a própria vivência a mensagem do Evangelho. As pessoas testemunham, porque outras entendem e captam a mensagem que elas transmitem através da sua forma de viver. E as mudanças rápidas das tecnologias de comunicação têm a ver com a vivência da fé cristã, quando pensamos, por exemplo, que estamos imersos numa cibercultura, a cultura virtual, que expressa o surgimento de um novo universal, sem totalidade. Um universo de técnicas, de práticas, de atitudes, de modos de pensamento e de valores que se desenvolvem e que exercem influência sobre a fé e a vivência da religiosidade.

A Pastoral da Comunicação cumprirá o seu papel em nossas dioceses, paróquias e comunidades quando assumir a formação e o compromisso de conscientizar a todos os ministros ordenados e os agentes de pastorais da necessidade de se comunicar e comunicar-se bem. Só comunica quem tem algo a dizer. E nós temos a mais importante mensagem, conteúdo, a notícia e informação a ser anunciada: a pessoa de Jesus Cristo. Trata-se, então, de estabelecer um diálogo entre Evangelho e comunicação, aprofundando as palavras de Paulo VI, no documento sobre a evangelização, “Evangelii Nuntiandi”, que afirma: "a ruptura entre o Evangelho e a cultura é, sem dúvida, o drama da nossa época" (EN, 20). Esta expressão é reconfirmada por João Paulo II em outro documento, sobre as missões, “Redemptoris Missio” (37).

Neste contexto, é preciso levar em consideração, entretanto, que não é apenas a existência de novos aparatos tecnológicos (estamos na era digital!), mas trata-se também de conhecer, compreender a revolução de linguagem que estamos vivendo neste início de Terceiro Milênio. Mudam os paradigmas, sobretudo, os métodos para explicitar a fé. Daí a importância e o convite para a Teologia conhecer, refletir e "iluminar" esse revolucionário "lugar teológico", que sempre mais provoca a mudança de referências, linguagens e métodos pastorais na evangelização atual.

Essa missão por si só exige de cada um de nós a excelência na comunicação. Comunicar é dever do cristão, um compromisso que assumimos com a Igreja de Cristo em anunciar o amor de Deus a todas as pessoas. O Documento de Aparecida nos exorta a uma conversão pastoral. A Pastoral da Comunicação de toda a Igreja quer se abrir a esta mudança, deixar-se guiar pela ação do Espírito Santo, que comunica em cada um de nós a presença viva do Cristo Ressuscitado. Queremos buscar a excelência em todas as formas e meios de comunicação, com o objetivo de evangelizar com renovado ardor missionário. Esta é a nossa missão, que nestes dias aqui no Rio de Janeiro, bispos provenientes de todo o Brasil, participamos do Secobb, e, na próxima semana – a oportunidade de milhares de pessoas interessadas em construir juntos a comunicação –, participaremos do Muticom. Que todos nós possamos continuar comunicando com renovado ardor a Palavra da Vida!

+ Dom Orani João Tempesta Arcebispo do Rio de Janeiro

Santo do Dia: São Francisco Solano!!!

São Francisco Solano

São Francisco Solano
Nasceu na Espanha no ano de 1549. Sua formação passou pelo colégio jesuíta, ingressando mais tarde na Ordem Franciscana. Prestou ali muitos serviços, mas seu grande desejo era a evangelização para muitos. Foi quando deixou a Europa e foi para a América Latina.

Chegou em Lima (Peru), evangelizando também pela Argentina, Chile, Paraguai, Andes etc. Tudo isso em busca de evangelizar a muitos.

Francisco Solano consumiu-se na evangelização. Por obediência voltou a Lima para ser, dentro da Ordem, um formador de novos evangelizadores.

Solano faleceu com 61 anos pronunciando palavras de louvor ao Senhor:"Deus seja bendito!"

Quem se consome pelas almas, tem a certeza de que Deus foi glorificado.

São Francisco Solano, rogai por nós!




Homilia Diária!!!

No dia do julgamento


No dia do julgamento, a rainha do Sul se levantará contra essa geração.

Este Evangelho começa dizendo que alguns mestres da Lei e fariseus pediram a Jesus um sinal, uma prova de que ele era o enviado de Deus, o Messias. Jesus lhes responde dizendo claro: "Uma geração má e adúltera busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, a não ser o sinal do profeta Jonas".

E Jesus mesmo explica em que consiste o sinal de Jonas: "Assim como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim também o Filho do Homem estará três dias e três noite no seio da terra". Trata-se, portanto, da ressurreição de Jesus, a prova maior de que ele é o enviado de Deus.

Jonas, como sabemos, foi atirado no mar, em seguida uma baleia o engoliu, e três dias depois a baleia o vomitou vivo na praia (Cf Jn 1,15.2,1-11). Os habitantes de Nínive, que até aquele momento não queriam ouvi-lo, ficaram assustados e a cidade em peso de converteu (Cf Jn 3,5-9).

A ressurreição de Jesus, três dias após ser enterrado, foi um portento parecido. Mas foi também uma prova da radicalização da incredulidade dos judeus, pois mataram o Filho de Deus!

De fato, não tinha cabimento pedir sinal a Jesus, pois ele fazia milagres todos os dias. Só quem era cego não via. Acontece que a nossa fé é proporcional à nossa fidelidade. Quem não segue os mandamentos de Deus, fica como que cego e acaba perdendo a fé. Quanta gente deixa a Igreja, inventando mil motivos, mas no fundo é porque entrou numa situação permanente de pecado!

Jesus lembra também o exemplo bonito da Rainha de Sabá: Ao ficar sabendo da sabedoria de Salomão, ela veio de tão longe para ouvi-lo

(Cf 1Rs 10,1-10). E Jesus, muito maior que Salomão, estava ali no meio daquele povo, e não o escutavam! Por isso, "no dia do julgamento, a rainha do Sul se levantará contra essa geração e a condenará".

"Uma geração má e adúltera busca um sinal." Geração má porque praticavam obras más. Adúltera porque traíram a aliança com Deus, que na Bíblia é comparada com o matrimônio. Esses procedimentos – maldade e adultério – endurecem o nosso coração para o amor a Deus e ao próximo, e nos levam a perder a fé.

A "geração má e adúltera" torna-se presa fácil das seitas. Se a nossa vida prática não segue o que acreditamos, passamos a acreditar naquilo que combina com a nossa vida prática. É a necessidade que temos de coerência entre as várias dimensões da nossa pessoa: intelectual, física, espiritual...

Logo que Jesus morreu, o centurião disse: "Este era verdadeiramente Filho de Deus!" (Mt 27,54). "Era" porque já está morto, e não mais será"uma brasa na nossa cabeça". Que nós não cheguemos a esse ponto, de só "acordar" depois que cometemos um pecado grande, como foi este de matar o Filho de Deus! Que o bom Deus arranque o nosso coração de pedra e coloque no lugar um coração de carne, mais sensível aos sinais que ele nos manda.

A nossa desobediência a Deus começa com pequenas infidelidades. Se não as combatemos, elas vão crescendo e, de repente, caímos num pecado grande, sem às vezes nem perceber, como as autoridades do País de Jesus, que o mataram sem nem perceber o pecado que faziam.

"Josué disse ao povo: Não podeis servir ao Senhor, pois ele é um Deus santo, um Deus ciumento, que não suportará vossas transgressões e pecados" (Js 24,19).

"Quem acolhe e observa os meus mandamentos, esse me ama. Ora, quem me ama será amado por meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele" (Jo 14,21). Deus se manifesta a quem observa os seus mandamentos. Por outro lado, Deus esconde o seu rosto de quem lhe desobedece.

"Assim como o corpo sem o espírito é morto, assim também a fé, sem a prática, é morta" (Tg 2,26). Uma fé sem boas obras vai definhando, e acaba desaparecendo.

Maria Santíssima foi sempre obediente aos mandamentos de Deus. Por isso sua fé era grande. "Bem-aventurada aquela que acreditou!"

No dia do julgamento, a rainha do Sul se levantará contra essa geração.

+ Padre Antonio Queiroz

domingo, 17 de julho de 2011

Bisposda Alemanha Avaliam Andamento dos Preparativos para a Visita de Bento XVI à sua Pátria!!!

Berlim, domingo, 12 julho de 2011 - Já são 175 mil inscrições para as celebrações que marcarão a viagem que Bento XVI fará à Alemanha, de 22 a 25 de setembro próximo. Na tarde desta segunda-feira, em Berlim, a Conferência Episcopal Alemã fez uma avaliação sobre o andamento dos preparativos para a visita apostólica.

"Onde Deus está há futuro": essas são as palavras que estão orientando a Conferência Episcopal Alemã, principal responsável pela organização da visita do Santo Padre.

De fato, já foram registradas 175 mil adesões para as cinco solenes missas previstas para os quatro dias de viagem de Bento XVI à sua pátria, aonde chegará pela terceira vez como Papa, após a visita a Colônia em 2005 para a Jornada Mundial da Juventude, e à Baviera no ano sucessivo.

Desta vez, a viagem fará quatro etapas: a capital Berlim; Erfurt, na ex-república democrática alemã; Eichsfeld, enclave católico na Turíngia protestante; e Friburgo, a arquidiocese do Presidente dos bispos alemães, Dom Robert Zollitsch. A viagem custará em torno de 25-30 milhões de euros, e será custeada pela Igreja alemã; já a segurança será feita pelo governo de Berlim.

O primeiro dia na capital constituirá a parte mais institucional da viagem: estão previstos encontros com as mais altas autoridades do Estado e o discurso no Parlamento. Para a missa solene, ao ar livre, no Estádio Olímpico, já foram feitas 55 mil inscrições: destas, 12 mil são provenientes das vizinhas Áustria e Polônia, precisou o coordenador da Arquidiocese de Berlim, Roland Rother.

Estão confirmados para se realizar em Erfur os encontros com expoentes da Igreja evangélica e luterana e a missa ao ar livre, dia 24, na Praça da Catedral, da qual poderão participar, por razões de segurança, as primeiras 30 mil pessoas inscritas: as outras 12 mil foram convidadas a participar da oração do dia 23, explicou o Vigário-Geral Raimundo Beck.

O adro da Catedral de Erfurt é um lugar fortemente simbólico: a comunidade da cidadezinha – até 20 anos atrás parte integrante da Alemanha Oriental – tem uma grande vontade de resgate e de demonstrar a sua proximidade ao Papa, e não quer mais ser a "Igreja da diáspora".

A viagem se concluirá dia 25 em Friburgo, com um discurso conclusivo na Sala dos concertos da cidade: segundo o coordenador Pietro Birkhofer, a arquidiocese espera a presença de 100 mil pessoas na missa e 20 mil na Vigília de oração pelos jovens. (RL)

Aniversário de 2 Anos!!!

Novos Cardeais!!!

 

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O papa Bento XVI proclamou como "venerável" João Paulo II, após aprovar o decreto pelo qual são reconhecidas as "virtudes heróicas do servo de Deus" Karol Wojtyla, primeiro passo para a santidade do polonês, informou a Santa Sé.
O decreto foi aprovado durante a audiência concedida no Vaticano pelo prefeito regional da Congregação para a Causa dos Santos, o arcebispo Ângelo Amato.
A assinatura do decreto não significa a imediata beatificação de Karol Wojtyla, já que ainda falta a aprovação por Bento XVI do milagre que leve à proclamação de seu antecessor como beato.

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DEUS ABENÇÕE A TODOS E A TODAS QUE ACESSARAM ESTE BLOG, E EM ESPECIAL ABRAÇO QUERO MANDAR PARA TODOS OS PADRES DA DIOCESE DE BLUMENAU,AO NOSSO BISPO DIOCESANO DOM JOSÉ NEGRI (PIME),QUE CONTO COM A COLABORAÇÃO NAS ORAÇÕES DE CADA UM NA MINHA CAMINHADA VOCACIONAL!!!

ABRAÇO FRATERNALMENTE DE SEU IRMÃO
THIAGO KRAUPPE!!!


 
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