Um Papa latino-americano: "Também para nós um acréscimo de responsabilidade"!!!
Palavras de Dom Raymundo Damasceno dirigidas ao Papa Francisco no almoço com os Cardeais do Brasil, a Presidência da CNBB e os Bispos da Região;
Rio de Janeiro, Apresentamos a Saudação do Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e Arcebispo de Aparecida, Cardeal Dom Raymundo Damasceno Assis dirigida aos SAnto Pdre Francisco no almoço no Palácio Arquiepiscopal São Joaquim com os Cardeais do Brasil, a Presidência da CNBB e os Bispos da Região.
Santo Padre,
Este encontro com os Bispos do Brasil presentes à Jornada Mundial da Juventude foi querido especificamente por Vossa Santidade. Isso, para nós, é motivo de grande alegria e de gratidão. Tratam-sede três gestos aparentemente muito simples, muito humanos: encontrar-se, dialogar e tomar juntos uma refeição. Mas quando o que os motiva é uma escolha pessoal do Santo Padre, eles se transformam, e passam a ter um significado maior: se tornam a expressão do afeto colegial, que nos une, enquanto sucessores dos Apóstolos, entre nós e com o Sucessor de Pedro.
Santo Padre, muito obrigado, por este gesto de fraternidade episcopal e de afeto colegial. Este encontro do Episcopado brasileiro com o primeiro Papa latino-americano nos oferece a ocasião para dizer o quanto nos alegrou Vossa eleição para a Cátedra de Roma. Estamos conscientes de que isto significa, também para nós um acréscimo de responsabilidade. Pois, de um certo modo, os olhos da Igreja, do mundo todo, se voltam para a Igreja na América Latina, se voltam para nós. Essa hora da América Latina leva consigo uma referência fundamental à Conferência de Aparecida e ao documento dela resultante, em cuja redação Vossa Santidade desempenhou um importante papel. Com muita satisfação constatamos que, em ocasiões importantes, Vossa Santidade tem se referido a esse Documento. O compromisso de renovação no discipulado e na missão, que ele propõe de modo tão central, continua sendo uma referência para nós, em nossas Dioceses e em nossa Conferência Episcopal.
Nós aqui viemos para nos unir a Vossa Santidade nesse encontro com a juventude. Esse evento, iniciado pelo Beato Papa João Paulo II, tem por objetivo principal a evangelização dos jovens. Ao se encontrarem com outros jovens, eles se sentem estimulados a aprofundar sua opção por Jesus Cristo, apoiando-se mutuamente, e assim podem caminhar mais decididos como discípulos missionários. Ao se encontrarem com o Sucessor de São Pedro, eles têm uma experiência singularmente marcante da eclesialidade da fé. Sentem-se mais plenamente Igreja e, assim, amparados e confirmados pela comunhão universal dos fieis. E nós, pastores desses jovens, quisemos estar presentes e vivenciar também essa experiência de aprofundamento dos vínculos da comunhão que nos unem.
Não nos esquecemos que foi o Papa Emérito, Bento XVI, quem escolheu o Rio de Janeiro, o Brasil, para sediar esta 28ª Jornada Mundial da Juventude. Neste momento, nos recordamos desse grande Pontífice com profunda gratidão, e temos a certeza de que ele, de certo modo, nos acompanha, pois, como prometeu, continua servindo a Igreja com suas orações, com seu silêncio e com seu sofrimento.
Vossa Santidade, nestes primeiros meses de Pontificado, tem despertado entusiasmo em milhares de pessoas. A sintonia com o nome escolhido, Francisco, é, em grande parte, o motivo da ampla recepção favorável de Vossos gestos e discursos. Saiba, Santo Padre, que o Episcopado do Brasil está convosco, reza por Vossa Santidade. Do mesmo modo, conta com vossas orações. Uma vez mais, muito obrigado pelo convite para este encontro e para esta refeição fraterna.
Vaticano, 21 Mai. 10 / 02:56 pm (ACI).- Em seu discurso esta manhã aos participantes da Assembléia Ordinária do Conselho Superior das Pontifícias Obras Missionárias (POM) o Papa Bento XVI sublinhou que a evangelização é uma missão imensa e urgente em nossa época, em uma cultura que precisa ser iluminada pela verdade de Cristo. Em suas palavras a este organismo dependente da Congregação para a Evangelização dos Povos, o Santo Padre afirmou que "a evangelização é uma missão imensa especialmente em nossa época, quando a humanidade adoece de uma certa falta de pensamento reflexivo e sapiencial e se difunde um humanismo que exclui a Deus. Por isso, é ainda mais urgente e necessário iluminar os novos problemas que surgem com a luz do Evangelho que não muda".A predicação do Evangelho é "um inestimável serviço que a Igreja pode oferecer a toda a humanidade que caminha na história", sublinhou Bento XVI, e comentou que os que formam as POM são "um sinal eloqüente e vivo da catolicidade da Igreja" que se concretiza "na pausa universal da missão apostólica até os últimos limites da terra, até o fim do mundo, para que nenhum povo ou ambiente se vejam privados da luz e da graça de Cristo. Este é o sentido, a trajetória histórica, a missão e a esperança da Igreja"."A missão de anunciar o Evangelho a todas as gentes leva junto de si um juízo crítico sobre as transformações planetárias, que estão mudando substancialmente a cultura da humanidade. A Igreja, presente e a obra nas fronteiras geográficas e antropológicas, é portadora de uma mensagem que penetra na história, onde proclama os valores inalienáveis da pessoa, com o anúncio e o testemunho do plano salvífico de Deus, visível e atuante em Cristo. A predicação do Evangelho é a chamada à liberdade dos filhos de Deus para a construção de uma sociedade mais justa e solidária".Quem faz parte da missão de Cristo, disse o Papa, devem indevidamente "confrontar tribulações, contraste e sofrimentos" porque "enfrentam-se com a resistência e os poderes deste mundo". E como o apóstolo São Pablo, não têm "outras armas que a Palavra de Cristo e de sua Cruz".Por isso, continuou, a missão "ad gentes" requer que a Igreja e os missionários "aceitem as conseqüências de seu ministério: a pobreza evangélica que lhes dá a liberdade de pregar o Evangelho com valor e franqueza; a não violência, pela que respondem ao mal com o bem e a disponibilidade a dar a vida pelo nome de Cristo e por amor dos seres humanos"."A Igreja recebe do Espírito Santo a autoridade para o anúncio e o ministério apostólico", afirmou o Santo Padre, explicando que "a evangelização necessita cristãos com as mãos levantadas para Deus no gesto de oração, cristãos movidos pela consciência de que a conversão do mundo a Cristo não produzimos nós, mas nos é dada".O Papa concluiu seu discurso dando as graças aos membros das Obras Missionárias Pontifícias por "manter acordada a consciência missionária das Igrejas particulares, a formação e o envio de missionários e missionárias e a ajuda solidária às Igrejas jovens".
O papa Bento XVI proclamou como "venerável" João Paulo II, após aprovar o decreto pelo qual são reconhecidas as "virtudes heróicas do servo de Deus" Karol Wojtyla, primeiro passo para a santidade do polonês, informou a Santa Sé.
O decreto foi aprovado durante a audiência concedida no Vaticano pelo prefeito regional da Congregação para a Causa dos Santos, o arcebispo Ângelo Amato.
A assinatura do decreto não significa a imediata beatificação de Karol Wojtyla, já que ainda falta a aprovação por Bento XVI do milagre que leve à proclamação de seu antecessor como beato.
DEUS ABENÇÕE A TODOS E A TODAS QUE ACESSARAM ESTE BLOG, E EM ESPECIAL ABRAÇO QUERO MANDAR PARA TODOS OS PADRES DA DIOCESE DE BLUMENAU,AO NOSSO BISPO DIOCESANO DOM JOSÉ NEGRI (PIME),QUE CONTO COM A COLABORAÇÃO NAS ORAÇÕES DE CADA UM NA MINHA CAMINHADA VOCACIONAL!!!
ABRAÇO FRATERNALMENTE DE SEU IRMÃO THIAGO KRAUPPE!!!
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