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sábado, 18 de junho de 2011

O que o Papa tem a dizer sobre pessoas com HIV!!!

Segredo para evitar a doença: evitar os comportamentos de risco

Por Jane Adolphe

NOVA IORQUE, sabado, 18 de junho de 2011 - A presente opinião é uma resposta a Nancy Goldstein no debate realizado na ONU sobre a redação da Declaração Política sobre o HIV e a aids.

Goldstein critica Bento XVI (conhecido como Santa Sé no direito internacional) por ter uma delegação composta só de homens, embora a delegação traga três mulheres, duas das quais são professoras de direito. Goldstein insinua também que o papa é anti-mulheres, quando em realidade ele promove com empenho o respeito inerente de mulheres e meninas em documentos fundamentais, catequeses, discursos, mensagens, homilias, conferências e outras atividades. Um dos dicastérios do Vaticano, o Conselho Pontifício para os Leigos, tem inclusive uma seção dedicada à Dignidade e Vocação das Mulheres, na qual se aprofundam ensinamentos com particular atenção à igual dignidade de homens e mulheres.

O papa afirma que há “profundas verdades antropológicas sobre o homem e a mulher, a igualdade das suas dignidades e a unidade de ambos, a diversidade bem enraizada e profunda entre a masculinidade e a feminilidade e sua vocação à reciprocidade e à complementaridade, à colaboração e à comunhão” (discurso de Bento XVI na conferência “Mulher e homem, o humanum na sua totalidade”, 2008; cf. João Paulo II, “Mulieris Dignitatem”, 1988, nº6). O papa rejeita, portanto, uma uniformidade indistinta entre as mulheres e os homens, que constitui uma chata e empobrecida igualdade e uma vitrine da luta interminável entre mulheres e homens pelo poder.

Ele destaca que as mulheres trazem o peso das consequências negativas associadas à negação da complementaridade do homem e da mulher, que são adaptadas com frequência a uma visão equivocada da masculinidade. Reconhece os resultados deploráveis do simples fato de ser mulher, e a possibilidade reduzida de nascer, sobreviver à infância, evitar a violência, receber uma alimentação adequada, ter acesso à educação e saúde e evitar o HIV e a aids (cf. João Paulo II, Discurso aos Membros da Delegação da Santa Sé na 4ª Conferência Mundial sobre a Mulher, Pequim, 1995; ver também Discurso de Bento XVI aos Participantes da 5ª Conferência Geral das Conferências Episcopais da América Latina e do Caribe, Brasil, 2007).

O papa promove uma resposta ao HIV e à aids baseada em valores. Ela se baseia na eliminação do risco mediante a abstinência sexual antes do casamento e a fidelidade mútua no matrimônio, evitando os comportamentos de risco, além de promover o acesso universal aos medicamentos que previnem a difusão do HIV de mãe para filhos. Quanto à prevenção, Bento XVI procura mostrar às mulheres que uma conduta sexual irresponsável não faz parte de um estilo de vida aceitável. Pelo contrário, ele convida cada pessoa a viver conforme a ordem moral natural, respeitando a dignidade inerente da pessoa humana. Esta postura respeita a lei internacional de direitos humanos (cf. Declaração Universal de Direitos Humanos, preâmbulo, par. 1, art. 1,29).

Em resumo, o Santo Padre incentiva a formação do caráter e a educação para uma conduta apropriada, como o grande segredo para evitar a doença. O ponto de partida é que as mulheres e os homens podem e devem mudar a sua conduta irresponsável. A posição contrária aceitaria os comportamentos irresponsáveis para depois defender a simples redução dos riscos (por exemplo, usando preservativos ou agulhas limpas), como se as pessoas fossem, de alguma forma, incapazes de se livrar de um comportamento autodestrutivo.

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Jane Adolphe é professora associada de Direito da Ave Maria School of Law, em Naples, Flórida. Foi membro da delegação da Santa Sé na reunião de 10 de junho na ONU sobre HIV/Aids.

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O papa Bento XVI proclamou como "venerável" João Paulo II, após aprovar o decreto pelo qual são reconhecidas as "virtudes heróicas do servo de Deus" Karol Wojtyla, primeiro passo para a santidade do polonês, informou a Santa Sé.
O decreto foi aprovado durante a audiência concedida no Vaticano pelo prefeito regional da Congregação para a Causa dos Santos, o arcebispo Ângelo Amato.
A assinatura do decreto não significa a imediata beatificação de Karol Wojtyla, já que ainda falta a aprovação por Bento XVI do milagre que leve à proclamação de seu antecessor como beato.

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DEUS ABENÇÕE A TODOS E A TODAS QUE ACESSARAM ESTE BLOG, E EM ESPECIAL ABRAÇO QUERO MANDAR PARA TODOS OS PADRES DA DIOCESE DE BLUMENAU,AO NOSSO BISPO DIOCESANO DOM JOSÉ NEGRI (PIME),QUE CONTO COM A COLABORAÇÃO NAS ORAÇÕES DE CADA UM NA MINHA CAMINHADA VOCACIONAL!!!

ABRAÇO FRATERNALMENTE DE SEU IRMÃO
THIAGO KRAUPPE!!!


 
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